31 de julho de 2015

Resenha - Banda: MAD ROULETTE - EP: MAD ROULETTE (2014)

Resenha por: Sergiomar Menezes
Revisão/edição: Renato Sanson


Formado por André “Cheddar” Alves (baixo e vocal), Marcio Abud (guitarra e vocal) e Marcos Soli (bateria), o trio carioca MAD ROULETTE chega a seu EP de estréia. Auto-intitulado, o trabalho apresenta três composições. Young Revolution, Remember e Ballerina. Com uma produção que, se não ficou 100%, não prejudicou o resultado, o grupo mostra que têm lenha pra queimar e que pode render mais frutos em trabalhos futuros.

Young Revolution traz as influências da banda e nos remete as boas bandas dos anos 80. Um hard n’ heavy com um refrão carregado de feeling. Já Remember é o grande destaque do EP. Uma bela balada, mostrando o talento do grupo tanto na composição quanto no arranjo. O vocal de André aqui se mostra com grande versatilidade, enquanto Marcio Abud capricha nas “cordas”. Ballerina encerra o trabalho e tem destaque o batera Marcos Soli. Mais pesada das três e com uma pegada mais heavy, a faixa deixa o ouvinte na expectativa do que o futuro reserva á banda.

A produção, como dito anteriormente, poderia ter ficado melhor, pois está muito “na cara”, mas não chega a prejudicar o trabalho. No mais, bom trabalho de uma banda que se mostra promissora e que pode render bons frutos.


Links de acesso:



Tracklist:
01 Young Revolution
02 Remember
03 Ballerina

Formação:
André Alves (Baixo/Vocal)
Marcio Abud (Guitarra/Vocal)
Marcos Soli (Bateria)




25 de julho de 2015

Resenha - Banda: Rygel - Álbum: Revolution (2015)

Resenha por: Renato Sanson


15 anos de história permeiam o Rygel, que chega em 2015 com seu terceiro disco de estúdio, intitulado de “Revolution”.

O título do álbum é uma menção a humanidade, e seus conflitos e superações. E cada composição traz à tona essa energia, o que deixa o disco denso e forte do começo ao fim.

Porem neste terceiro trabalho o Rygel vem mais amadurecido e seu Heavy Metal está brilhante, as influencias modernas aumentaram e só engrandeceram a banda, assim como os leves toques de Death Metal e Hard Rock em cada música.


As guitarras soam pesadas e abrasivas (com ótimos solos e melodias diga-se de passagem), assim como a cozinha que soa explosiva e técnica. Os vocais também merecem destaque, pois variam na medida certa e soam intensos. A produção sonora feita por Tiago Hóspede e Wanderson Barreto está fantástica, um nível profissional absurdo, o que deixou o álbum ainda mais poderoso, pois cada timbre soa em seu lugar, sem contar o peso adicionado com a clareza de cada instrumento. A parte gráfica também é um show à parte, um belo Digipack com uma capa e layout lindíssimos, méritos do artista Vinnie Savastanno.

“Revolution” é um disco viciante, e que fisgará você logo na primeira ouvida, pois soa cativante e marcante. Desafio você a ouvir “Save Me”, “The Story Begins” ou  “Arisen” e não sair cantando seus refrões já na segunda ouvida.

Sem dúvida um dos melhores discos de 2015.

Links de acesso:


Formação:
Wanderson Barreto (Guitarra/Vocal)
Ricardo Reis (Baixo)
Vinnie Savastanno (Guitarra)
Pedro Colangelo (Bateria)

Tracklist:
01 Save Me
02 Worst In Me
03 The Story Begins
04 Before The Dawn
05 Mutual
06 Meaning of Life
07 Arisen
08 Repentance
09 Burning Remains
10 Damage Done
11 This Man



20 de julho de 2015

Resenha - Banda: AirTrain - Álbum: AirTrain (2015 - Ms Metal Records)

Resenha por: Renato Sanson


Hard Rock melodioso com bons toques de Heavy Metal. Assim podemos definir o som do AirTrain, que lançou via Ms Metal Records o debut que leva o nome da banda.

As composições soam grudentas e cativantes, com boas doses de Heavy Metal aqui e ali, mas é o Hard Rock que predomina. As guitarras soam macias e enérgicas, assim como as linhas vocais, que são agradáveis e na medida certa, como a cozinha que mantem o compasso e não compromete.

A produção do trabalho ficou a cargo do experiente Tito Falaschi, que deu um toque refinado a sonoridade, com timbres mais atuais, fazendo a banda não soar datada. A parte gráfica feita por Quinho Ravelli é um ótimo trabalho, com uma capa que lembra os quadrinhos com um ar moderno, transcendendo muito bem a malicia da banda.

Como destaques podemos citar: “Living For a Love”, “Back to War”, “Shark Attack” e “Rock The Bones”.

Podemos resumir “AirTrain” como uma bela estreia.

Links de acesso:


Formação:
Caio Siriani (Vocal)
Julio Machia (Guitarra)
Arthur Santos (Guitarra)
Guilherme Delmolin (Baixo)
Ivan Rehder (Bateria)

Tracklist:
01 Living For a Love
02 Back To War
03 German Night
04 Road To The Sky
05 Shark Attack
06 Julianne
07 Rock The Bones
08 Into My Soul


18 de julho de 2015

Resenha - Banda: Pop Javali - Álbum: The Game Of Fate (2014)

Resenha por: Renato Sanson


Power trios sempre me chamaram a atenção, e para mim sempre foram sinônimos de qualidade. É só pegar o histórico de power trios e ver que a maioria é acima da média, e com esse retrospecto que ouvi o novo álbum dos paulistas do Pop Javali, e qual foi o resultado? Qualidade já esperada!

Eis que em “The Game Of Fate” (2° disco do grupo lançado em 2014) temos aquele Hard Rock apimentado, mas com ótima técnica e variação, lembrando em alguns momentos outro super power trio, o Dr Sin. Mas não pense em cópia ou algo do tipo, o Pop Javali imprime sua própria musicalidade que é bem peculiar por sinal, a variedade intensa que apresentam mostram toda essa personalidade, sem contar o show individual de cada músico.

Falando em individualidade não tem como não citar as ótimas linhas vocais de Marcelo Frizzo (que também é baixista), que variam na medida certa além de ter um ótimo timbre, que em alguns momentos é perceptível certa influência de Geoff Tate. Outro ponto que chama atenção é que a banda está na ativa desde 1992, e mantem a mesma formação até hoje, então imaginem o entrosamento que esse trio tem.


Destaques são muitos, como: “Lie to Me”, “Healing No More”, “Free Men”, “Enjoy Your Life” dentre outras.

A produção do trabalho também é fantástica, que ficou a cargo dos irmãos Ivan e Andria Busic (preciso dizer em qual banda eles tocam?!), tendo a masterização feita por Átila Ardanuy. A parte gráfica é um trabalho do artista Ricardo Rossi, que em tons mais claros e esmerados traz à tona o que vamos encontrar no álbum ao apertar o play.


Faltam adjetivos para falar o quanto “The Game Of Fate” é bom, o melhor a se fazer é adquirir o seu, pois se gosta de música pesada bem-feita e trabalhada, não pode deixar de ter está belezinha em sua coleção!

Links de acesso:

Tracklist:
01 Lie to Me
02 Healing No More
03 Mindset
04 Road to Nowhere
05 Free Men
06 Time Allowed
07 A Friend that I've Lost
08 Wrath of the Soul
09 Enjoy Your Life
10 I Wanna Choose
11 ​​The Game of Fate

Formação:
Marcelo Frizzo (Baixo/Vocal)
Jaéder Menossi (Guitarra)
Loks Rasmunssen (Bateria)



17 de julho de 2015

Resenha - Banda: Bloody - Álbum: Bloody (2015)

Resenha por: Renato Sanson


Seis anos se passaram desde seu último lançamento, “Engines of Sins” (09), e após um tempo compondo e se estabilizando o Bloody retorna com carga máxima, e presenteia os bangers com seu mais novo lançamento “Bloody”.

A sonoridade continua intacta, Thrash Metal com pitadas de Death aqui e ali, com as guitarras sendo o carro chefe do trabalho, trazendo toda precisão e força da cozinha e os vocais que continuam urrados e insanos.

A abertura com “Another Bloody Day” mostra a evolução do Bloody nesses seis anos que se passaram, uma composição pesada, mas não tão rápida, tendo um meio termo, mas soando agressiva e impactante. Outro momento de destaque é a faixa “Cancro”, cantada em português com uma letra fortíssima, sem contar seu instrumental rápido e feroz.

Acredito que o único ponto baixo do disco seja a produção, que ficou muito limpa e com os timbres um pouco desequilibrados, mas que no geral não compromete este ótimo trabalho.

Eles voltaram e voltaram com tudo, uma grande banda que merece um respaldo maior na cena underground.


Links de acesso:



Tracklist:
01 Another Bloody Day
02 Vile or Divine
03 No Ammo
04 Cancro
05 Vengeance
06 Mind Over Mind
07 Pride
08 Fuel to My Head
09 Ruthless

Formação:
Paulo Tuckumantel (Vocal)
Fábio Bloody (Guitarra)
André Tabaja (Baixo)
Augusto Asciutti (Bateria)

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