27 de janeiro de 2016

Resenha - Banda: Lynyrd Skynyrd - DVD e CD: One More For The Fans (2015 - Shinigami Records)

Resenha por: Renato Sanson


Não apenas um show tributo, mas sim uma verdadeira celebração ao Southern Rock para uma das maiores bandas de Rock do mundo, o Lynyrd Skynyrd. O que podemos falar de “One More For The Fans” (que saiu no Brasil via Shinigami Records em CD duplo e DVD) tendo o próprio Lynyrd Skynyrd participando assim como nomes do calibre de: Peter Frampton, Randy Houser, Warren Haynes, Harlie Daniels & Donnie Van Zant dentre outros?

Só a uma palavra: GENIAL! O show foi gravado no Fox Theatre, em Atlanta, no dia 12 de novembro de 2014 (show este que fez parte da campanha para salvar o Fox Theatre da demolição), onde foi gravado o clássico ao vivo “One More From The Road” (76) do Lynyrd, tendo um clima mais do que especial, contando com uma edição de imagens fantástica, assim como um áudio polido, mas sem soar artificial, com os presentes eufóricos a cada participação e clássico executado.

O DVD ainda conta com um material bônus onde traz entrevistas, influencias e a forte ligação do Country com o Lynyrd Skynyrd. Um material visual fantástico, que vale cada segundo.

O CD duplo traz o áudio da apresentação do show que consta em DVD, mas o material em si é tão bom que mesmo pós ver tantas lendas juntas homenageando este ícone do Rock, a vontade é de ouvi-los na rua, no carro, no trabalho... Ou seja, um material viciante que vale cada centavo, e sendo essencial ter em CD e DVD, pois é impossível ver/ouvir músicas como: “Whiskey Rock-A-Roller”, “Saturday Night Special”, “Four Walls of Raiford”, “Free Bird” e “Sweet Home Alabama” e não se emocionar.

Adquira de olhos fechados um dos melhores tributos e ao vivo dos últimos tempos!


Links de acesso:



Tracklist DVD e CD:

01. Whiskey Rock A Roller – performed by Randy Houser
02. You Got That Right – performed by Robert Randolph & Jimmy Hall
03. Saturday Night Special – performed by Aaron Lewis
04. Workin’ For MCA – performed by Blackberry Smoke
05. Don’t Ask Me No Questions – performed by O.A.R.
06. Gimme Back My Bullets – performed by Cheap Trick
07. The Ballad of Curtis Loew – performed by moe. & John Hiatt
08. Simple Man – performed by Gov’t Mule
09. That Smell – performed by Warren Haynes
10. Four Walls of Raiford – performed by Jamey Johnson
11. I Know A Little – performed by Jason Isbell
12. Call Me The Breeze – performed by Peter Frampton
13. What’s Your Name – performed by Trace Adkins
14. Down South Jukin’ – performed by Charlie Daniels & Donnie Van Zant
15. Gimme Three Steps – performed by Alabama
16. Tuesday’s Gone – performed by Gregg Allman
17. Travelin’ Man – performed by Lynyrd Skynyrd With Johnny and Ronnie – Ronnie on big screen
18. Free Bird – performed by Lynyrd Skynyrd

19. Sweet Home Alabama – performed by Lynyrd Skynyrd and the entire line-up

26 de janeiro de 2016

Entrevista - Warrel Dane: "Comece sua própria religião, porque o que temos agora, simplesmente não funciona!"

Entrevista e tradução por: Uillian Vargas
Edição/revisão: Renato Sanson

Read in English: http://bit.ly/1Qp9zlF


Estamos encerrando o primeiro mês de 2016, e no próximo dia 30 de janeiro (próximo sábado), Warrel Dane se apresenta em São Paulo, na casa Hangar 110. Dane envolveu-se com a música em meados de 1981/82 quando participou da sua primeira banda Serpent's Knight (Heavy Metal), anos mais tarde originou-se a Sanctuary – 1985 e em 1991 solidificou-se a Nevermore. As duas últimas bandas citadas podem ser catalogadas como Thrash Metal Progressivo, e em alguns momentos Heavy Metal. Catalogar estas bandas em somente estes estilos penso que seja um pouco limitado, acredito que o tipo de som que foi (e é) feito nelas vai além dessas catalogações, percebe-se que são composições mais completas e complexas (seria abusivo chamar de “Fusion Metal”?). Warrel estará visitando os grandes sucessos do Sanctuary e do Nevermore nessa noite incrível.

Além de vocalista da Sanctuary, Nevermore e de seu Projeto Solo, Warrel Dane também é formado em filosofia, teologia e sociologia. Claro, na hora de compor, cabe se valer de todo esse conhecimento e experiência para atingir a genialidade musical. Além disso, também é um excelente Cheff de cozinha (Chegou a ter um restaurante com o Jim Sheppard, - baixista), já fez participações especiais em bandas de alto reconhecimento e teve uma de suas músicas incluídas em um jogo de vídeo game (PS3). A Heavy And Hell teve a excelente oportunidade de trocar uma ideia com o músico e compositor para tentar saber um pouco mais sobre o artista. Segue abaixo a nossa com está lenda entrevista, divirtam-se! 




Heavy And Hell: Voltando no tempo, lá por 1982, quem foi sua grande inspiração e responsável pela sua entrada no mundo da música?

Warrel Dane: Judas Priest, Black Sabbath, Ozzy Osbourne, todas essas bandas, praticamente. Até mesmo AC/DC, talvez. Sabe, eu escuto todo tipo de rock pesado, eu acho. Isso foi responsável por eu me envolver com música. Eu costumava ouvir muito Blue Öyster Cult, bem eu ainda gosto muito de Blue Öyster Cult. Eu gosto bastante de todos os tipos de hard rock e metal, não importa saca, é uma espécie de: “por que não gostar?”.

HAH: Ter nascido no mesmo berço em que o grunge nasceu, trouxe alguma influência marcante para o seu trabalho, nas bandas em que participou?

WD: Absolutamente não, porra! Isso é tudo que eu tenho a dizer sobre isso. Não, eu nunca fiz música grunge e eu nunca vou fazer (risos).  Eu quero dizer isso, no máximo eu posso dizer que sou fã de Alice In Chains, mas eles não são banda grunge e eles nunca foram, eles são uma banda de metal do caralho! Assim, a pergunta sobre o Grunge sempre vem e você sabe quer saber? Eu respeito toda essa era e o que aconteceu em nossa cidade, mas, eu não fiz parte dela e então eu me dou ao luxo de pouco me importar com que está morto ou que está vivo agora. "Let the freedom Bring with the shotgun blast” (risadas), Robb Flynn (Machine Head) falou isso muito bem, talvez seja o que ele quis dizer quando Kurt Cobain deu um tiro na cabeça, mas, eu não sei o tempo se correlaciona, enfim, é engraçado, mas, eu respeito Kurt Cobain, acho que ele era um compositor genial, mas não é o meu tipo de  música favorita.


HAH: Durante as gravações em estúdio, a opção mais correta é confiar no instinto ou ter certeza absoluta do que está sendo feito, para finalizar algum trabalho?

WD: Confie no seu instinto! Confie em seu instinto e tente não ser perfeito, porque às vezes algo vindo da imperfeição, se torna genial!

HAH: Ao longo de tantos anos envolvidos sentimentalmente com a música, foi possível realizar grandes trabalhos (tanto na Nevermore quanto no Sanctuary). Conte-nos um pouco, como foi a experiência de participar no “The Apostasy” (2007) do Behemoth? Qual a sua proximidade com os integrantes da banda?

WD: Bem Behemoth é uma das minhas bandas favoritas, então quando eles me pediram para fazer uma aparição em um de suas músicas, eu disse: É claro, é uma das minhas bandas favoritas!

E eu tenho que te dizer, eu recebo tantos pedidos de participações especiais, sério, às vezes, me deixa louco, porque eu não quero estar na minha pele e dizer: Não, sua banda é uma porcaria! Eu odeio, eu nunca fiz isso, eu nunca disse isso.  Eu só digo que eu estou ocupado. É o que cada um sempre diz quando não querem fazer participações. Porque eu sei que muitos vocalistas são questionados sobre fazer participações especiais, você sabe, deixam respostas em branco. Eu apenas digo que estou ocupado no momento.

Mas, sim, isso foi interessante porque, você sabe, eu não fiz isso em estúdio com eles, eu fiz isso no meu laptop Mac.  Eles me enviaram os arquivos de som e eu gravei com a banda de garagem, converti em Mp3 e enviei de volta. Foi meio que impessoal, mas ainda assim, eu amo essa música e amo essa banda também.


HAH: Em 2009, com o lançamento do game Brütal Legend (Electronic Arts), a música “Battle Angels” do Sanctuary (do “Refuge Denied” - 1988) foi revivida na trilha sonora. Como aconteceu esse tramite e como a situação, de fazer parte de um game, foi recebida?
                 
WD: Não temos certeza de como realmente aconteceu, eu sei que o Jack Black (ator) estava envolvido, e sei que ele é um grande metalhead, e eu gosto de pensar que talvez Jack Black tenha escolhido essa música, porque, sabe, dos atores de comédia ele é meu favorito. Eu não tenho certeza se isso é verdade, porque eu sei que também o Game Designer (Tim Schafer - Full Throttle, Grim Fandango, Psychonauts, Brütal Legend, and Broken Age) é um grande metalhead também. Assim, pode ter vindo dele, pode ter vindo do Jack Black, eu realmente não sei, mas foi uma experiência interessante, eu acho.

Você chegou a jogar esse jogo? Tentou passar pela parte em que a música toca?

É uma das partes mais difíceis do jogo, porra! E eu não consegui (gargalhadas), eu não consegui passar! Hahaha


HAH: O trabalho mais recente, e de grande repercussão, é o “The Year of The Sun Die” 2014– Sanctuary. Existe a possibilidade de a banda excursionar em turnê para divulgar esse trabalho?

WD: É claro que há uma possibilidade, vamos ver o que acontece. Eu acho que vai acontecer, definitivamente, em algum momento vai acontecer. Estamos começando a trabalhar em músicas novas agora, sabe, eu tenho outras prioridades para o momento, como o trabalho que eu estou realizando aqui no Brasil atualmente. E eles seguem me enviando as músicas por e-mail, para ouvir, e soam realmente muito boas. Eu continuo dizendo a eles: "Mais rápido, mais rápido, mais rápido, eu quero músicas mais rápidas" (risos) bem, vamos ver o que acontece, eu quero dizer, definitivamente, com certeza haverá um novo trabalho da Sanctuary, dois pelo menos.

HAH: Agora falando sobre a apresentação que acontecerá em São Paulo, no dia 30/01/2016, qual a expectativa para a noite? Os fãs poderão se surpreender quando o show começar?

WD: É claro que vai se surpreender com o setlist, porque nós vamos tocar músicas que o Nevermore nunca tocou ao vivo, e talvez estaremos tocando algumas músicas que o Sanctuary nunca tocou ao vivo, também. Sabe, nós ainda estamos trabalhando em cima disso, e eu acho que haverá um monte de surpresas e se você não vier curtir o show, será burrice, porque você vai perder um evento épico!


HAH: Poderia nos falar um pouco sobre projetos futuros? O que 2016 está guardando para Nevermore e Sanctuary?

WD: Bem, o que o ano reserva para Nevermore eu não sei até o momento. O que será da Sanctuary, você sabe, nós vamos..., definitivamente... Provavelmente no final da temporada do festival, nós vamos começar a gravar o novo trabalho. Eu não tenho certeza se o Sanctuary irá fazer qualquer festival este ano, talvez eu faça alguns shows solo na Europa, para o verão, eu estou no aguardo do que está para acontecer, porque o Sanctuary não tem nenhum festival confirmado. No ano passado, o ano que nós colocamos um novo trabalho no mercado, foi prometido: "Ok, vamos tocar em todos os festivais no próximo ano", e nós tocamos UM... UM ÚNICO MÍSERO FESTIVAL. Então eu não estou contando com um fato para o Sanctuary vá fazer qualquer festival este ano, então eu estou mais focado em minha carreira solo, agora, como deveria ser.

HAH: Bem, obrigado mais uma vez por esta oportunidade. Esperamos ver você em breve e desejamos-lhe um grande show no Brasil. Deixamos o espaço final a você.

WD: Comece sua própria religião, porque o que temos agora, simplesmente não funciona!



Links:

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Interview - Warrel Dane: "Start your own religion, because the one we have right now, just dont fucking work"

Interview: Uillian Vargas
Edition: Renato Sanson

Leia em português: http://bit.ly/1Qp9AWC


We are ending the first month of 2016 and on the 30th of January (Saturday), Warrel Dane comes in São Paulo, in the house Hangar 110. Dane became involved with music in the middle of 1981/82 as part of its first band Serpent's Knight (Heavy Metal), years later originated the Sanctuary - 1985 and in 1991 solidified to Nevermore. The last two bands can be cited as cataloged Progressive Thrash, and in some Heavy Metal times. Cataloging these bands only these think styles to be somewhat limited, I believe that the kind of sound that was (and is) made them goes beyond these cataloging, we can see that are more complete and complex compositions (would be wrong to call "Fusion Metal"?). Warrel will be visiting the great successes of the Sanctuary and Nevermore this amazing night.


In addition to lead singer of the Sanctuary, Nevermore and his Solo Project, Warrel Dane is also trained in philosophy, theology and sociology. Of course, at the time of writing, it should make use of all this knowledge and experience to achieve the musical genius. Moreover, it is also an excellent kitchen Cheff (got to have a restaurant with Jim Sheppard - bass), since guest starred in high recognition of bands and had one of his songs included in a video game (PS3) . The Heavy And Hell had a great opportunity to exchange an idea with the musician and composer to try to learn more about the artist. Below is our interview with legend, have fun!




Heavy And Hell: Going back in time, there for 1982, who was your inspiration and responsible for your entry into the world of music?

Warrel Dane: Judas, Black Sabbath, Ozzy Osbourne, all those bands, they are pretty much AC/DC even maybe, you know i Just listen all kind of heavy rock i guess, you know that’s responsible for i get involved. I used to Love Blue Öyster Cult, i still Love Blue Öyster Cult. I love all kind of hard rock metal, doesn't matter, you know, it’s kind of: “why  got not do it?”

HAH: Being born in the same cradle that grunge was born, he brought some remarkable influences for his work, in the music bands that you participated?

WD: Absolutly fuckimg not! That’s all i’ll got to say about that one. No, i’ve never done grunj song na i’ll never will. I mean this, as grunge as will go, i can admit, i AM Alice in chans fan, but they are not gung band na they never whore, they are a fucking metal band. So, the grung question Just keep coming and you know what, i respect that all era and what happened in our city but, i wasn’t part of it and i could realy fucking careless Who is dead or Who is alive right now. “Let the freedom Bring with the shotgun blast” Robb Flynn said very well maybe that what he meant when Kurt Cobain shot hinself in the head but,i don’t know  of the time IF i corelate for that, but  it is kind of funny but, I do respect Kurt Cobain, i thing He was a genius song whriter but not my favorite music. 



HAH: During the recordings,in the studio, the most correct option is to trust in instinct or be absolutely sure of what is being done, to finish some work?

WD: Trust in your instincts and try not to be perfect. Sometimes out of imperfection, becomes genius!

HAH: Over so many years sentimentally involved with the music, it was possible to accomplish great works (in Nevermore, as in the Sanctuary). Tell us about, how it was the experience of participating in “The Apostasy” (2007) from Behemoth? How  close  are your relationship with the band?    

WD: Well Behemoth is one of my favorite bands, so when they hás to me to do a guest appearance in one of their songs i Said: Of Course! They one of my favorite bands. And i have to tell you, i get so many requests for guest appearance, Just seriously sometimes drives me fucking insane, because i don't like to be me and say: No, your band sucks! I hate, and i never done that, i never Said that, i Just say i wanna to busy. each is wherever one says when they dont wanna do guest appearance. Because i know some many vocalists when have to be asked to do guest appearances, you know blank answers, i Just “To busy right now”.

But, Yes, that was interesting because, you know, i didn't do that at te Studio with them, i just did it in my Mac laptop, they send me the sound files and i recorded with the garage band and converted in Mp3 and send them back. It was kind of impersonal but still, you know i Love that song and love that band too.      


        
 HAH: In 2009, with the release of the video game Brütal Legend (Electronic Arts), the song “Battle Angels” (from “Refuge Denied” 1988) was revived on the soundtrack. How it happened this process and how the situation, to be part of a game, was received?

WD: We’re no really sure about how really happened, i know the Jack Black is involved, i know He’s a big metalhead and i would Love to think that maybe Jack Black picked that song, because is, you know, one of my favorite comedy actors. I not sure that is true, because i know also the game designer is a big metalhead too. So it could come from He, could come from Jack Black, i not really sure, but that was a interesting experience i guess.

Have you playing that game? And have you tried to get through that part of that song is in?

- Is one of most difficult part of that fucking game, and i can’t do it, I can't get through it.



HAH: The latest work is the “The Year of The Sun Die” 2014 - Sanctuary. There is the possibility of the band out on tour, to support this work?

WD: Of course there’s a possibility, we'll see what happening, i think. I think Will happen, definitely in some point. We’re started a work in a news songs right now, you know i have others priorities for the moment, like working what i’m doing here in brazil right now. And they keeping send me songs via email to listen to, and they sound really good and i keep telling them: “Faster, faster, faster, i want faster songs” well, we’ll see what happen, i mean definitely for sure will be another Sanctuary Record, at least two more probability

HAH: Now talking about the presentation that will take place in São Paulo, on 30/01/2016, how about  the expectation for the night? The fans may be surprised when the show get started?

WD: Of course Will be surprised by the setlist, because we’re gonna playing songs that Nevermore NEVER played live, and we’re playing some songs that Sanctuary never played live before maybe, as well. You know we’re still working out yet, and i think Will be a lot of surprises and IF you dont show up to the show you’re gonna be stupid, because you gonna miss na epic event!



HAH: Could you tell us something about future projects? What 2016 is preparing for Nevermore and Sanctuary?

WD: Well, what holds for nevermore i don’t know at this point. what holds for sanctuary , you know, we gonna..., definitely... probably at the end of the festival season we’re gonna start a new Record. I’m not sure IF sanctuary is even gonna do any festival this year, i’m maybe doing a solo festivals in europe, for the Summer, i’m kind of thinking that whats gonna happening because Sanctuary does’n have any confirmed festival, we did, last year, the year we put a new Record we were promised: “Ok, we’re play all festival next year”, and we play ONE...ONE FUCKING FESTIVAL. So i’m not counting on a fact to the Sanctuary is gonna do any festivals, so I’m focus in more my solo shit right now, as i should be.



HAH: Well thank you once more, for this chance to be closer to you. hope see you soon and we wish you a great time in Brazil. We will leave space for your final comments.

WD: Start your own religion, because the one we have right now, just dont fucking work.



Links:

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21 de janeiro de 2016

Resenha - Banda: W.A.S.P. - Álbum: Dominator (2007 - Relançamento Shinigami Records)

Resenha por: Renato Sanson


O final dos 90 e começo dos anos 2000 não foi muito “feliz” para o W.A.S.P., pois entraram em uma sequência um tanto dolorida. Não que os discos sejam ruins, mas certamente estavam longe do padrão W.A.S.P. de qualidade.

Pós os fracos “The Neon God: Part 1 - The Rise” e “The Neon God: Part 2 - The Demise” (ambos lançados em 2004) a Vespa entrou em um hiato de três anos, onde em 2007 lançou seu 13° disco de estúdio, o bom “Dominator”.

E com a onda de relançamentos da Shinigami Records, “Dominator” chega em nossas mãos, um álbum mais simples, mas com as características do WASP, ainda que soe obscuro, já que seu tema lírico é baseado no trágico 11 de setembro e contendo várias críticas ao Presidente dos EUA nessa época, G. Bush. Musicalmente temos ainda resquícios do experimentalismo e modernidade usada nos álbuns anteriores, mas nada demasiado e sim simplificado, voltando aquela velha emoção que carrega as composições da banda e suas melodias simples e agradáveis, sendo um legitimo álbum de Heavy Metal com bons flertes de Hard.

A abertura com “Mercy” já mostra essa mudança, mesmo soando um pouco mais pesada, os riffs “largados” e solos melodiosos tomam conta, junto a voz mais do que característica do mestre Blackie Lawless; “The Burning Man” é puro WASP, desde as guitarras ao refrão grudento e seus coros inconfundíveis, além dos solos muito bem postados; Mas em “Heaven’s Hung In Black” temos toda a emoção típica de Lawless com sua voz rouca e sussurrada, em uma Power Ballad muito bem construída e grudenta; outro grande momento fica por conta de “Deal With the Devil” que conta com a participação do ex-guitarrista Darrel Roberts, em uma composição puro Rock N’ Roll, cheia de energia e feeling.

Um álbum que recolocou o W.A.S.P. nos trilhos novamente, que além de balancear os experimentos com sua sonoridade trouxe bastante melodia e composições bem acessíveis, o que agradou em cheio tanto os novos como os velhos fãs. Não deixe de conferir, pois você não irá se arrepender!

Links de acesso:



Formação:
Blackie Lawless (Vocal/Guitarra/Teclado)
Mike Duda (Baixo)
Mike Dupke (Bateria)
Doug Blair (Guitarra)

Tracklist:
1. Mercy
2. Long, Long Way To Go
3. Take Me Up
4. The Burning Man
5. Heaven's Hung In Black
6. Heaven's Blessed
7. Teacher
8. Heaven's Hung In Black (Reprise)
9. Deal With The Devil



19 de janeiro de 2016

Resenha - Banda: Dragonforce - CD/DVD: In The Line of Fire (2015 - Shinigami Records)

Resenha por: Renato Sanson


Os ingleses do Dragonforce surgiram bem no momento em que o Power Metal já estava bem saturado, dando sinais de fraqueza e sem novidade alguma. Não que o Dragonforce trouxesse algo novo, mas a sua velocidade e técnica apurada chamaram a atenção em “Valley of the Damned” (03 – disco de estreia), ainda mais que tinham em ZP Theart um vocalista que fugia do padrão Power/Melódico, que não usava agudos, mas sim mais drives, o que não deixava a sonoridade cansativa.

Não demora muito para irem ganhando seu espaço e a consolidação com os lançamentos de “Sonic Firestorm” (04) e “Inhuman Rampage” (06), porém o Dragonforce pode-se dizer que foi engolido pelo próprio monstro que tinham criado, pois a velocidade das composições eram cada vez mais altas assim como a técnica que acabou soando exagerada, mesmo sendo bons álbuns.

Então com o lançamento de “Ultra Beatdown” (10) o monstro os engoliu de vez. Sim o disco é rápido e altamente técnico, mas cansativo e repetitivo, o que fez com que o Dragonforce perdesse mais força, ainda mais com o anuncio da saída do vocalista ZP.


Sendo assim os ingleses precisavam urgentemente se reinventar e trazer uma nova voz, e eis que surge o novato Marc Hudson, que aposta nas notas altas e agudas. Já em 2012 “The Power Within” é lançado e Hudson se sai muito bem, casando com a sonoridade proposta, que pisou um pouco no freio e apostou em mais melodias, seguindo essa formula “Maximum Overload” é lançado em 2014, mas um pouco mais rápido e ainda mais melódico, o que casou com os agudos altos e potentes de Marc. Mas a pergunta que ficou é “como soaria essa salada mista ao vivo?”

Para responder essa pergunta o Dragonforce colocou no mercado o CD/DVD “In The Line of Fire”, que traz um show gravado no Loud Park no Japão em 2014. Falando do DVD em si, a performance ao vivo da banda é muito boa, assim como a presença de palco dos músicos, Herman Li e Sam Totman se divertem o tempo todo, demonstrando muita descontração e precisão, pois tocam suas guitarras na velocidade da luz. Acompanhando essa “vibe” inquieta o baixista Frédéric Leclercq não fica para trás e interage bastante, assim como o tecladista Vadim Pruzhanov que ajuda nos backing vocals e tem uma presença um tanto particular que soa bem estranha. Marc é um legitimo vocalista de Power/Melódico, uma presença forte e marcante, mesmo mostrando certa insegurança em alguns momentos, mas soando com ótima postura e prendendo a atenção dos fãs. Já o baterista Gee Anzalone mostra grande domínio do instrumento e também ajuda nos backing vocals que soam muito bem ao vivo.

O DVD também conta com diversos bônus que são apresentados entre uma música e outra, desde a chegada no Japão, a gostos pessoais de cada um, sobre a turnê e etc... Sendo um material bem completo e atrativo.

O áudio do CD/DVD soa extremamente limpo, mas com a presença da plateia bem aguçada, o que deixou o trabalho em um saldo satisfatório. Instrumentalmente “In The Line of Fire” soa quase impecável, pois alguns exageros são perceptíveis nas guitarras, mas tenho que ressaltar o quanto Marc Hudson soa exagerado ao vivo. Tudo bem que o moço tem uma bela voz e preza pelos agudos, mas quando usados em demasia se torna cansativo, ainda mais em músicas que não tem tal recurso, como é o caso de “Fury of the Storm”, “Black Winter Night” ou “Through The Fire And Flames”, onde Marc pareceu ter uma necessidade de mostrar o quanto é superior ao antigo vocalista, mas infelizmente não soou agradável.

Já nas composições que o mesmo gravou como “Cry Thunder”, “Three Hammers”, Seasons” e até no cover de “Ring Of Fire” do Johnny Cash Hudson se sai melhor, mesmo que exagere em algum momento ou outro.

A parte gráfica do material é muito bem feita, méritos do artista brasileiro Caio Caldas, além de ter um encarte repleto de fotos e informações pertinentes ao lançamento.

O Dragonforce tem tudo para recuperar o seu prestigio, e já vem mostrando isso em seus últimos lançamentos que mesmo não perdendo sua essência resolveu mudar e apostar em novos rumos. Já ao vivo a banda não decepciona, mas precisa corrigir rapidamente certos exageros.


Links de acesso:




DVD Live Concert:
01. Fury of the Storm
02. Three Hammers
03. Black Winter Night
04. Seasons
05. Tomorrow’s Kings
06. Symphony of the Night
07. Cry Thunder
08. Ring of Fire
09. Through the Fire and Flames
10. Valley of the Damned

Including special insight into the DragonForce Maximum Overload World Tour
01. Backstage
02. Behind the Scenes
03. Off Tour Footage

Compact Disc:
01. Fury of the Storm
02. Three Hammers
03. Black Winter Night
04. Seasons
05. Tomorrow’s Kings
06. Symphony of the Night
07. Cry Thunder
08. Ring of Fire
09. Through the Fire and Flames
10. Valley of the Damned
11. Defenders (CD Bonus Track)

Formação:
Marc Hudson (Vocal)
Herman Li (Guitarra/Backing Vocals)
Sam Totman (Guitarra/Backing Vocal)
Frédéric Leclercq (Baixo/Backing vocals
Vadim Pruzhanov (Teclado/Teremim/Backing vocals)
Gee Anzalone (Bateria/Backing Vocals)


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